Eu queria falar da tragédia ocorrida na
frança,
mas achei melhor não. Antes, talvez pudesse tecer comentário a respeito Mariana, em
Minas, mas também não seria justo com os que fogem de seus países por conta da guerra que os jornalistas teimam em chamar de santa. Pensei muito antes de concluir que pendurar bandeira brasileira entre as da França e a de Minas não estaria agindo com o coração e muito menos com a razão. Talvez alguém, para me contrariar, perguntasse o por que das bandeiras
se o Oriente médio e a África também choravam o êxodo de seu povo? Então, quem
sabe, não seria melhor, ao invés de pendurar tais bandeiras eu pusesse a foto
de uma pomba branca para encabeçar um dos textos onde eu falo de paz? Fico triste
só de pensar que alguém pudesse questionar a cor branca do animal.
Talvez quisesse se referir a escolha da cor não como símbolo da paz, mas como de confusão. E para evitar possíveis
aborrecimentos foi que eu optei pela imagem de um urubu, que até onde sei, beneficia a raça humana podendo ser encontrado em qualquer parte do mundo. Assim, penso eu, ninguém me acusaria de
racismo, a não ser os vascaínos que podem até me taxarem de bairrista. E, por fim, achei melhor
não falar nada durante o conturbado esses dias até porque graças a Deus o
pessoal que vem à minha página é laico e caso eu pudesse usar esse termo para outras referências eu diria que nem só de religião como também de clubes de futebol e de sexo vive a humanidade, caso contrário eu nem explicação estaria dando aos amigos que
de vez em quando esbarram comigo entre uma
frase e outra no meu blog ou no deles.
