Certa vez li um artigo onde uma psicóloga
afirmava que todos os homens já tinham brochado diante de suas mulheres e seria um
mentiroso, taxado por ela, aquele que negasse a sua afirmativa.
Pela enésima vez um pseudo doutor em psicologia me
indignava com suas palavras mentirosas, mas como eu precisava fechar a coluna que escrevia para o
jornal, eu nada respondi.
Na manhã seguinte não encontrei o artigo
que tanto me indignara, por isso me decidi por pichar toda a minha revolta fosse
onde fosse, só que não encontrei um muro bastante grande onde ela coubesse.
Certo dia encontrei, por acaso, o blog da doutora e como eu precisava
dar voz a minha raiva, a minha indignação que ainda me corroía finalmente desabafei; como alguém pode generalizar dessa maneira se não
conhece todos os homens do planeta?, e se conhecesse e os caras
brochassem diante dela, o problema não seria deles, mas dela, da parceira.
Quando a galinha é boa o pinto não falha, diria minha avó.
O meu pai, coitado, já provou da acidez daquela
fruta.
Ele, com 74 anos e uma vida sexual bastante ativa – está casado há oito
anos com uma garota de trinta e seis que faz cem metros em dez segundos
quando o sexo é a meta.
Ele tem transado quatro vezes por semana nesses anos de casado e
nem precisava falar sobre esse assunto comigo porque eu, assim como os meus filhos ainda não tivemos queixas de nossas mulheres e isso me leva a acreditar que a doutora foi muito infeliz com essa afirmação ou quem lê o que ela escreve não discerne ou é desprovido de raciocínio.
anos com uma garota de trinta e seis que faz cem metros em dez segundos
quando o sexo é a meta.
Ele tem transado quatro vezes por semana nesses anos de casado e
nem precisava falar sobre esse assunto comigo porque eu, assim como os meus filhos ainda não tivemos queixas de nossas mulheres e isso me leva a acreditar que a doutora foi muito infeliz com essa afirmação ou quem lê o que ela escreve não discerne ou é desprovido de raciocínio.