domingo, 5 de agosto de 2018

O TAXISTA

      Isso é um roubo, o senhor me cobrar 50 reais por uma corridinha de Laranjeiras até o Cosme Velho, um roubo e se não fosse essa chuva nojenta eu teria vindo a pé – disse a mocinha puxando a saia para encobrir o que ela permitia das coxas. –Mas a senhorita não precisa me dar esse dinheiro, só que precisa desemburrar essa carinha linda porque assim eu fico sem jeito - disse com os dois olhos dentro do decote.  Você sabia que o estresse faz mal a saúde, que deixa o rosto das garotas bonitas como você todo manchado e cheio de rugas, sabia? – Perguntou rindo. – Qualquer um fica desse jeito numa hora dessas, ora bolas! Afinal de contas, o que o senhor quis dizer quando falou que eu não preciso pagar pela corrida, o que pretendia dizer com isso? – Ora, menina. Tá pensando que eu não sei que nas sextas-feiras você pega táxi para voltar a casa de onde só na segunda te deixam sair? Os colegas que te levam voltam para trabalhar, mas quando terminam, vão tomar chope e bater pago, como eu também faço, enquanto você fica presa naquela casa sabe-se lá fazendo o quê. Hoje, dependendo de mim, você não volta pra lá, pelo menos agora, mas para isso é preciso que combinemos aonde você gostaria de ir, se num barzinho onde a gente tomasse uma cerveja e jogasse um punhado de conversa fora ou, se preferir, a gente dava um pulinho num motel para conversar, só isso. Depois eu te levo pra casa e os 50 paus ficam pra você comprar qualquer coisa para si. Depende de você – concluiu, parando o carro. – O senhor já fez esse tipo de proposta pra sua mãe, seu velho nojento? E vai ligando esse carro ou eu chamo a polícia – Gritou com ameaças de abrir a porta, mas desistiu quando um cano frio de 38, que o taxista tinha na mão, encostou na cabeça dela. – Não, moço, por favor. Tira isso da minha cara, por favor, eu te peço! – Disse se debatendo em desespero. – É claro que tiro, mas enquanto isso vai tirando essa roupa que eu vou te ensinar a respeitar aqueles a quem você provoca tesão – disse desafivelando o cinto e pulando para junto de quem, de braços cruzados sobre os seios, implorava tremendo por sua sorte. – Por favor, moço, não faça nada comigo, por favor, não me machuque. – gritava, mas ele avançava, e com as costas da mão deu-lhe uma bofetada tão forte que foi atirada de encontro a porta com um fio de sangue no canto da boca. Ele, que não desistia das intenções a puxou pelos cabelos para o banco onde a violentaria. E o faria em punição por ser ela mulher, por ter saído para trabalhar, por ser jovem e bonita, por vestir uma saia curta, por usar  decote mostrado o colo e por ela morar numa terra sem dono, sem lei e sem ninguém que punisse com severidade aqueles que desrespeitam os direitos dos outros. Felizmente um taxista, que sabia das taras do cara, e vendo o carro parado ali, resolveu avisar a polícia do 10ª DP, que, de arma em punho, lhe deu voz de prisão. Dois tiros, duas sirenes. Um carro da polícia para o caso, uma ambulância para a menina que continuava casta e um saco plástico preto onde puseram o estrume que jaz nu, com um furo de bala no meio da testa e outro a um palmo abaixo do umbigo.

47 comentários:

  1. Um texto belíssimo e tão verdadeiro. Gostei de ler, Poeta :))

    Hoje: { B.C- Poetizando } Brisa perfumada, pétalas de ternura

    Bjos
    Votos de um óptimo Domingo

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    1. Bom dia, poeta Larissa.
      Obrigado pela presença
      neste domingo ensolarado
      aqui na serra.
      Um beijo.

      .

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  2. Respostas
    1. Coitado do moço, Elvira.
      Se eu fosse o cara, o motoris-
      ta, teria seguido os conselhos
      recebidos ou revisto a minha re-
      lação de amigos até porque ami-
      go não deixa amigo ter esse tipo
      de comportamento. Mas eu, como
      homem, tenho todo o direito de
      pensar desse jeito enquanto você,
      meu anjo, como mulher que é, tam-
      bém tem de falar o que disse.
      Colocando as opiniões na balança
      resta a certeza de que, o que está
      feito não está por fazer.

      Um beijos, professora e poeta e
      bom domingo.


      .

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  3. Quando você quer Palhaço Poeta,
    você muda o foco e faz
    de suas postagens
    literatura brasileira e universal.
    Grata por ser assim paradoxalmente plural.
    Mas como não conto
    então...
    Bjins
    CatiahoAlc.

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    1. Que legal você falando o que eu
      gosto de ouvir, moça.
      Gosto, mesmo sabendo que o aplauso
      sustenta os erros e as mentiras,
      enquanto a vaia puxa a orelha e
      melhora o desempenho, ou não.
      (como diz Caetano).
      Brincadeira, quem não gosta de
      elogios, quem?

      Beijoquinhas no nariz e um abraço
      para o maridão.


      .

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  4. Li muitas de suas narrativas e gostei bastante, pois conseguem versar sobre uma realidade fantasiosa, algo difícil de exercitar nos dias de hoje.No entanto, voce o consegue e escreve de forma muito interessante criativa. Esta narrativa que aqui comento é particularmente curiosa; eu diria que se trata de um "conto carioca", bem típico desta cidade, outrora maravilhosa, cheia de safados mil. De resto, aprecio, é claro, a sensualidade presente nas suas palavras, sem necessariamente usar algo que vá além de belas palavras e sugestões que nos fazem imaginar situações até eróticas .... ou será que é uma vocação dentro de mi? Buscar o erotismo em tudo e todos? De todo modo, da mesma forma que voce escreveu no meu blog, parabenizo-me por te-lo encontrado. Valeu a pena.

    Bj

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    1. Tudo o que você falou é verdade,
      mas a coragem de dizê-lo é que
      poucos, além de você, têm coragem.
      Concordo até quando diz que a minha
      comida é boa, mesmo não vendo o
      estado da minha cozinha.

      Um beijo e muito obrigado pela
      luz que riscou sua presença.

      .

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  5. Muito bom este texto. Muito bem escrito.

    Arthur Claro
    http://www.arthur-claro.blogspot.com

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    1. Eu gosto muito quando
      meus amigos vem comentar.
      Nunca falam o que os meus
      ouvidos não queiram ouvir.
      Adorei o comentário, Arthur.
      Obrigado por ter vindo e
      comentado.

      Um amplexo.

      .

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  6. Pois. Dificil por vezes suster os instintos carnais. Mas violência para com a mulher, NUNCA.
    Não lamento a sua morte.
    .
    Feliz domingo

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    1. Pera aí, criatura! Por que
      só contra as mulheres e não
      contra tudo o que é vivo, hein!
      (risos)
      Brincadeiras à parte. Obrigado
      pelas palavras e pela visita.
      Beijoquinhas, com sal ou açúcar,
      é só escolher.



      .

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  7. visualizações de cenas de filmes de violência gratuita "aguas mil" transpostas por palavras escritas e com bom encadeamento pelo Silvio Afonso! le-se de uma enxurrada ou não estaria o ser humano pronto para socorrer a jovem tao ameaçada ficando feliz por desta vez a policia ter chegado atempadamente !

    https://poesiesenportugais.blogspot.com/

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    1. E os gestores na janela
      olhando a bando do Chico
      passar.
      É duro, né, amiga!

      Beijos e abraços, um monte.


      .

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  8. Adorei conhecer esse blog Repleto Das Letras Pensantes. Voltarei para ler. Luiza De Marillac Bessa Luna Michel

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    1. Nem precisa ler, Luiza.
      Deixa que a gente lê para
      você. A sua visita já é
      mais do que eu desejava.
      Obrigado por isso e pelas
      palavras, claro.

      Beijos e beijos.


      .

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  9. Ótimo texto que mostra uma realidade dura, mas o que aconteceu com o cara foi mais do que merecido.
    Beijos!

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    1. Não fala assim, Lucinha. Coitado.
      Não se esqueça que Judas foi per-
      doado, hein! (mataram de porrada
      e o penduraram na figueira, mas
      foi perdoado.) ...risos.

      Beijinhos, amiga.


      .

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  10. Meu querido poeta, o acontecido com certeza não foi nos dias de hoje, caso contrário teriam morridos todos, bandidos de hoje não esperam tempo ruim.Excelente narrativa. como sempre, seus textos são surpreendentes!
    Boa semana querido!

    Bjss!

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    1. Até parece que vc mora por
      aqui, hein! É isso mesmo o
      que nos tem acontecido. En-
      fim, vamos rezar. Não para
      melhorar, mas para que nos
      livre do mal, amém.

      Beijos. Alguns...

      .

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  11. Os taxistas aqui em Macau são capazes de todas as tropelias.
    Que se saiba, ainda não chegaram à violação.
    Sublinho, o que se saiba.
    Aquele abraço, boa semana

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    1. Pedro, a igreja e os taxistas
      têm histórias à beça, mas não
      contam.

      Um abração, meu rapaz e bom dia.


      .

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  12. É sempre delicioso recebê-lo em meu recanto 'poeta'.

    Mas delicio-me ainda mais quando adentro aqui, na tua casa de escrita. Onde tu vais derramando a vida como ela é. Abordando coisas do nosso cotidiano real, cenas de nossas aquarelas. Esse texto é uma realidade nua e crua.

    Oxalá tivesse terminado numa bela cena de amor e prazer fetichista, previamente combinada! Bem que poderia ter sido apenas uma ENCENAÇÃO inicial... Mas resquícios da vida...

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    1. Pô, cara. Por que não me avisaste
      que vinhas, para eu tomar banho,
      pentear os cabelos e vestir a melhor
      camisa que eu tenho? Com certeza a-
      té um refresco de pitanga, que eu fa-
      ço tão bem, estaria a tua espera. (risos)
      Ah, e antes que eu me esqueça; obrigado
      pelas palavras e pelo carinho da tua
      presença.

      Beijos.


      .

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  13. Uma história que pode ser verdadeira, pois essas coisas acontecem com maior frequência do que pensamos… Felizmente houve que se importasse da menina e o violentador teve o que merecia… Muito bem contado, meu Amigo.
    Uma boa semana.
    Um beijo.

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    1. Obrigado por usar na
      palavra, querida Graça.
      Estou feliz porque veio
      falar comigo, de novo.

      Beijocas e beijos.


      .

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  14. Boa tarde, amigo! seu relato pode ser real, acontece, violadores existe em todas as profissões, o mau caracter faz de cada um o que é.
    boa semana,
    AG

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    1. Palavras sábias as tuas,
      querido amigo Antônio.
      Obrigado pela presença e
      pelo comentário. Gostei
      muito.

      Abraços,

      .

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  15. Boa tarde, Sílvio Afonso!

    Está bom tempo, calorzinho por aí? Vejo você de calção de ganga. Bem, a foto pode ter já 2/3 meses. No Sul do Brasil está bastante frio. Sei disso, pke tenho comentadores de lá.

    Qdo li seu texto, e não foi só hoje, nem só uma vez, mentalmente, o dividi em três partes.

    1 - O homem, independentemente da profissão, idade, estado civil ou credo, vira animal irracional na presença de "carne fresca", bonita, exposta, bem apetecível e k parece, escrevi parece, oferecer-se, aliás, seu texto fala da "prisão" da menina de 6ª a 2ª feira, "sabe-se lá fazendo o quê"? Bem, ela pode ficar em meditação, fazendo faxina ou qualquer outra coisa. Não posso, nem devo opinar, mas posso pensar aquilo k o seu escrito, mto bem escrito, por sinal, deixa, talvez, antever. Eu, tb entro à 6ª feira depois de almoço em casa e volto a sair, geralmente, só na 2ª de manhã de manhã para o emprego. O k é k eu faço, então, nesses dois dias e meio? Limpezas e arrumações aqui em casa, escrevo, leio, ouço música, sobretudo francesa e desligo os telefones para estar no meu espaço e no meu tempo.

    2 - Há países, onde apanhar um táxi, falo, em geral, e em específico, de mulheres bonitas e expostas, pode ser perigoso e o Brasil deve estar quase no topo da "pirâmide", nesse aspeto. Contudo, não significa k todas essas mulheres sejam depravadas e oferecidas, mas é melhor precaver.

    3 - Achei o final horrendo, para lhe falar com toda a sinceridade, como sempre o faço, mas se o colega do taxista "rabo de saia", já conhecia suas atitudes-taras (será k com senhora de 50/60 anos, bem comedida na forma de vestir, sem grande beleza física, discreta, etc. o taxista "rabo de saia", procederia, do mesmo jeito? Fica a dúvida e a pergunta no ar), procedeu o mais corretamente possível, chamando a polícia.
    A polícia brasileira foi rápida a chegar e a atuar. Estranho! Bem, mas isso é uma história, real ou virtual, e seu autor lhe pode dar os contornos e o final, que pretender.
    "Dois tiros, duas sirenes". E a menina continuou casta, dessa tentativa, pois! Casta? Não quero julgar, mas parece k já estou julgando. As minhas desculpas!

    Grata por ontem, à noitinha, ter visitado o meu blogue para ver Serge fazer chorar Lara. Entendo! Meu poema está já caindo de "podre" e enjoando, tal como minha foto. Viu -rs? Ouviu, Sr. Sílvio Afonso?

    Beijo e um restinho de feliz e sorridente dia.

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  16. Não grita porque quando você fala eu não tenho
    ouvido para mais ninguém, entendeu? Pois bem,
    vamos falar da polícia do Rio. Queria dizer a
    você, Céu, que a 10DP fica em Botafogo, a 500
    metros de Laranjeiras juntinho ao Palácio Gua-
    nabara de onde o Governador deveria olhar o Es-
    tado, que por sua vez fica a outros 500 de Cosme
    Velho. Quanto a mocinha, ela trabalha em casa
    de família e nas sextas-feiras volta a casa de táxi
    porque os patrões lhe fazem esse mimo. Os motoristas
    de Taxi do Rio, são, posso assim dizer, meio seleti-
    vos. Isso porque têm como escolher seus passageiros o
    que não quer dizer que devam importuná-los, como não
    os importunam.(a não ser na minha cabeça, rs)
    Dadas as devidas explicações agradeço a minha melhor
    amiga, (depois das outras, como diz o Faustão - risos),
    dizendo que fiquei muito feliz com a explanação
    que fez do meu texto, mesmo dizendo que estava uma
    porcaria (risos) Aliás, não deve gostar de nenhum, até
    porque, eu tenho a mesma linha de raciocínio com
    todos.

    Céu, meu amor. Eu te amo e não seria o avançado da
    hora que tiraria de mim o desejo de fuçar suas pági-
    nas no blog.

    Ah, outra coisa. Aqui faz muito frio e a foto em
    questão já tem mais de três meses tirada.

    Beijos e beijos, de todos os tamanhos e cores.



    .

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    1. Mto obrigada pela explanação e explicação sobre a polícia do Rio de Janeiro e sobre o comportamento dos motoristas de táxi do Rio. Pronto, a mocinha é gente boa. Sorry! Entendi, perfeitamente!

      Eu não quero ser sua melhor e única amiga, mas quero ser a última-rs.

      "Mentiroso"! Eu não classifiquei o seu texto de porcaria, bem pelo contrário. Tenho gostado, e muito, da maior parte dos seus textos.

      Adiante! Agora, a ladainha, k já sabe e diz, de cor e salteado.

      Aqui, tem estado mto calor, embora hoje a temperatura tenha descido para os 38ºg centígrados. Qto à sua foto, pensei isso mesmo.

      Ah, sua imaginação! Um beijo, noite feliz e sonhe bonito.

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    2. Como você sabe, pelo menos eu deixo
      escapar aqui e ali, que o aplauso nos
      deixa ociosos e sem criatividade, ao
      passo que os puxões de orelha nos le-
      vam à prestar mais atenção no que fa-
      zemos.
      A minha orelha não se presta mais a is-
      so, mas você pode mandar beijos e beijos,
      ao invés de puxá-la. capisci?
      Mentira, você pode até se pendurar nela
      como brinco que eu não me importo.


      .

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  17. Sílvio,

    Não entendi ou julgo k não entendi essa de menina escrever no caderno dele e vice-versa. Me explique, por favor! Obrigada!

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    1. Ih, cacete. Acho que ela está pro-
      curando uma clínica onde possa me
      internar... (risos, muitos)
      -Que caderno é esse que você enfiou
      na minha história, criança?

      Por favor, Céu, querida. Estou a-
      proveitando para desopilar meu fi-
      gado que, depois de tanta bagaceira,
      não anda lá bem das pernas.

      Beijos e beijos, mas tantos que o
      perfume você deve sentir daí.


      .

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    2. Olá, Sílvio!

      Que significa, no seu comentário acima o seguinte: "lh, cacete."

      Obrigada!

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    3. É uma maneira formal de falar
      aqui nessa terra. Uma interjeição
      exprimindo espanto.
      Vou aproveitar essa deixa para
      molhar os beijos.

      .

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    4. Que regionalismos estranhos!
      Mto grata!

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    5. Mas esta é a língua que
      você me permitiram aprender,
      meu amor.

      Beijos e para de me fazer
      cócega.

      .

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  18. O relato é forte, mas verdadeiro, são cisas que acontecem, independente da profissão..O final deve estar no imaginário popular, porque a policia, de um maneira geral, não se preocupa com as mulheres...abrços,

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    1. Não se esqueça, querido Toché,
      que a 10ª DP fica a 500 metros
      do local, como também, do Palá-
      cio Guanabara onde o Governador
      joga paciência com seus asseclas.

      Um abração e muito obrigado por
      perder seu tempo reparando nessa
      bagunça.


      .

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  19. Nossa Silvio isso parece mesmo o retrato do Brasil.
    Bom dia

    marisasclosetblog.com

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    1. Talvez fosse, querida Marisa,
      mas com certeza é o quadro que
      esse mal caráter nos permitiu
      que pintássemos.

      Um beijo e obrigado por estar
      passando, mesmo que de vez em
      quando, sob a minha janela.

      .

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  20. Mto agradeço suas explicações. Luísa, você escreveu em meu blogue, me chamou Luísa. Entendo! Mero lapso.

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    1. Não é nada disso. Eu só peguei uma
      carona no comentário da Luisa para
      falar com você, porque não queria
      ficar lá embaixo gritando. Viu?
      Para de me chamar de caquete porque,
      aqui mesmo, nesta página eu já falei
      com você através do comentário dos
      outros. Basta procurar.
      Desculpe, Luísa, mas é que o CÉU não
      tem limites, a não ser comigo.

      Beijos a vocês duas.

      .

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    2. Pois, concluo k não entendo "mestres". Sei pouquíssimo da vida, em muitos aspetos, felizmente.
      Não sabia o k era caquete e fui pesquisar no Dicionário Informal, e claro nunca chamei isso a você.
      Eu sou Portuguesa e néscia.

      Um feliz noite!

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    3. Não precisa se ofender com
      o que falo e se alguém aqui
      é o que você falou esse al-
      guém sou eu, até porque, nés-
      cio é o mesmo que grosseiro,
      incapaz ou coisa que o valha.

      Beijos serenados.



      .

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  21. Boa tarde, Afonso!
    Infelizmente o final foi trágico para meu modo de apreciar textos bem escritos como os seus. Não gosto de violência de nenhum tipo. Nem a do homem nem a da polícia. Mas é um conto, respirei fundo. Mesmo sabendo que pode ser verdade, prefiro respirar aliviada sabendo que o escritor criou um contexto tal.
    Táxi(taxista) pode ser perigoso em algumas periferias ou até nos grandes centros.
    A violência está até nos pequenos atos do ser humano. Que lástima!
    Tenha dias felizes e abençoados!
    Abraços fraternos de paz e bem

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