terça-feira, 17 de novembro de 2015

DEU RUIN!

Estava morto de vontade de falar sobre a tragédia que ocorreu na frança, 
mas achei melhor, não. Antes, talvez, eu devesse falar de Mariana, em Minas, mas também não seria justo com os que fogem de seus países por conta de uma guerra que os jornalistas teimam em chamar de santa.  Pensei muito antes de concluir que se eu pendurasse a bandeira do Brasil entre as de Minas Gerais e a da França estivesse agindo com o coração e com a razão, mas alguém, para me contrariar,  poderia perguntar por que pendurar três bandeiras se o Oriente médio e a África também choram o êxodo de sua gente? Então, quem sabe, não seria melhor, ao invés de pendurar essas bandeiras eu pusesse a foto de uma pomba branca  encabeçando um dos meus artigos que falasse de paz?  Fico triste só de imaginar que alguém poderia me questionar quanto a cor branca do bicho. Talvez se referindo a outras como cor de confusão e não de paz como a branca, que escolhemos.  E para evitar possíveis aborrecimentos, decidi por  colocar uma foto bem grande de um   urubu que, até onde eu sei, é favorável à raça humana e pode ser encontrado em qualquer parte do mundo.  Assim, penso eu, ninguém me acusaria de racismo, a não serem os vascaínos que podem até me taxarem de bairrista. E, por fim, achei melhor não falar nada durante esses dias conturbados, até porque, graças a Deus o pessoal que vem à minha página é laico e se pudesse aproveitar o termo eu também diria que não só de religião, mas também de clubes de futebol, de sexo e de poder aquisitivo, caso contrário eu nem explicação estaria dando aos amigos que de vez em quando esbarram comigo entre uma 
frase e outra no meu ou do blog deles.