terça-feira, 28 de abril de 2015

DEQUE DO LEBRON.



Meu Deus quanta beleza e como ficam lindas as ondas quebrando 
na praia, vistas daqui. Ah, se eu já não fosse escravo do cansaço gritava para os cegos que só tem olhos para certas coisas e que indiferentes ao que a natureza tem de mais bonito, seguem na escuridão do artificial. Juro que não tinha visto em nenhum lugar por onde andei um céu azul, tão azul e uma areia branca, tão branca de doer os olhos, desse jeito. Também noto que a cor do mar varia entre as matizes do um verde que entorpece,  encanta, confunde, mas também inspira desejos, sonhos e poesias. Cara, como a natureza no Rio se mostra bonita depois da chuva. Até o arco íris é duplo, como se fosse necessário dobrar os quadros de Michelangelo, Salvador Dalí, Caravaggio e tantos outros.     Ah, minha Rio de Janeiro tão amada e querida, como a tua beleza se destaca das outras bonitas cidades. Eu não teria coragem de deixar-te nem que o sucesso e o futuro estivessem a minha espera em outro lugar.  Conte comigo, cidade amada, pois sempre que quiseres, por gratidão, me verás pisando o branco de tuas praias e sob os raios dourados do teu sol confirmarei o colorido da pele que tu propuseste para mim.
Por tua  hospitalidade, por teu carinho e por teu encanto eu morrerei gritando o amor que por ti eu tenho.