segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

SERÁ?

No começo dos tempos quando o glúten não incidia artificialmente sobre o trigo se 
comia menos pão em relação ao que se come hoje. Por que seria? Por que se bebia vinho se para um gostoso refresco bastavam 30% da uva consumida? Estas perguntas têm respostas que não convencem, mas explicam. Teriam elas o mesmo peso que os livros sagrados quando dizem que fulano ou ciclano falou isso ou aquilo apontando as escrituras como se elas fossem o gravador que registrou e arquivou tais palavras num cartão de memória que resistiu ao avassalador desgaste dos séculos?  O pão já não tem o mesmo gosto  e o vinho o doce do fruto, o suave frescor dos ventos e também não nos deixa sóbrio como eu acho que ficavam na época de Cristo aqueles que o degustavam. Uma pergunta aqui, às escondidas é necessário que se faça; se o vinho não dava barato, por que era bebido? Tantas perguntas eu teria para fazer, mas resolvi parar por aqui, não antes de saber, é claro, o que o pajé põe no cachimbo que tira a dor de dente de quem sofre,  faz sangrar a menstruação de quem se achava prenha e permite o saci de dar rasteira? Que barato é esse, gente? Será que depois dessa viagem a coisa não toma o seu próprio rumo?