quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

UFA! ATÉ QUE ENFIM...


Será que você faz ideia do quanto eu sonhei com a 
imagem que vejo agora? Será que você avalia o preço que eu pagaria para ver de novo esse sorriso ou você acha que eu gostava das coisas como  eram sem que se pudesse fazer um gesto que fosse, para mudá-las? Pois é, meu jovem e bonito amigo. Eu pagaria e acho que paguei um bom preço para vê-los  juntos e felizes como estão. Foi maravilhoso encontrá-los sob o teto da concórdia e da alegria, não que eu fosse desistir frente ao que a sorte havia nos guardado.  Mas que foi duro eu confesso que foi. 
Foi muito duro. 
A gente, eu e o pessoal aqui, assim como vocês em família e os que torciam pela vitória que chegou quando as lágrimas já secavam, exultamos em agradecimento à guinada conseguida o que nos livrou do cativeiro aonde, por um tempo que parecia não ter fim, 
fomos reféns.  
Foi aos trancos e barrancos que vencemos a guerra que você mesmo provocou, talvez por saber que a venceria na hora exata. Naquele momento de tristeza e sofrimento a gente procurava e não achava a saída que escancarada se oferecia
 à nossa frente.  
Agora que a tempestade passou eu concluo que sem ela, não  sabería o tamanho da nossa força e o poder da nossa fé.  
Parabéns, meu filho, pela coragem com que encarou e apagou as chamas do dragão que morre tatuado no seu braço. Parabéns e obrigado por pintar na nossa cara as cores do sorriso que de tão bonita até me embarga a voz. 
Por isso eu não vou me permitir cruzar os braços se posso ficar de pé, colocar a mão direita sobre o lado esquerdo do peito e dizer; obrigado meu Deus por me deixar sorrir para aquele que jamais perdeu de mim o amor que por ele tenho.