quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

EURECA!



Um dia desses, eu pequei o meu celular e como 
quem não queria nada, comecei a futucar. Descobri coisas simples, muito simples e outras nem  tão complicadas. De todas o gravador de voz foi uma achado, pois facilitará com os meus textos sem  precisar ligar o computador, esperar abrir todos os arquivos e aturar o corretor de textos implicando com a gramática ensinada a mim. Pois, bem.  Agora eu saco o celular do bolso e com dois ou três passar de dedo a tela corre e a função desejada fica inteirinha à minha mercê.  Nela eu dito os meus artigos com a mesma simplicidade com que os guardo em arquivo para ouvi-los mais tarde, ou deleto para esquecer o que foi dito. 
Algumas pessoas parecem ter gostado dessa descoberta e até achar que as ensinava a manusear o gravador para novas mensagens eu pensei que fiz.   
Ah, essa modernidade que uma vez me aborrece e em outra refastela o meu ego de vaidade.