terça-feira, 17 de dezembro de 2013

ANO VELHO, ADEUS!



Estamos no final do mês de dezembro e dentro de poucas 
horas um novo ano surgirá repleto de esperança e novidades.  Nada contra o ano em curso, mas não tenho como evitar 2014 que desponta na curva, não muito distante, da estrada se instalando no calendário de nossas vidas. Só que nesse exato momento estou mais preocupado em controlar a quantidade de riscos que um certo amigo toma do meu doze anos. Talvez eu não devesse ligar para essa bobagem, como a mulher dele chama o meu uísque, mas ela e certamente só ela sabe o quanto me custou ganhar aquela preciosidade.  No aniversário do irmão da minha mulher eu escolhi, entre outras bebidas,  um White Horse e foi com ele que bebi a festa.  Na hora de ir embora, não sei se pela cara que eu teria feito ou por delicadeza do aniversariante, fui aconselhado a levar à casa o que sobrou no litro em meu poder.   
Mas voltando à vaca fria;
esse ano que ora finda foi um bom ano, provavelmente, melhor que os outros. Talvez por ele ainda estar em curso enquanto os anteriores há muito se perderam das minhas lembranças. Mas num todo, o ano foi bom. Até foi razoável em alguns momentos, mas excitante em muitos outros. 
Distante daqui, mas não muito,  já ouço  o espocar dos fogos, a farra da garotada, as orações de minha mãe e o sorriso abençoado da mulher que amo enquanto brilha  nos meus olhos a esperança que reflete dos da minha filha.