terça-feira, 8 de janeiro de 2013

CONFUNDIR PRA QUÊ?

Aqui neste deserto o sol me seca o pranto, se é que eu choro a dor que me sufoca. Aqui eu grito para espanto do silêncio ensurdecendo os sábios que não me compreendem e aos loucos que me levam pela mão aguço o siso. Divulgo aos berros sem constrangimento se o orgasmo é repressor e no palpitar cadavérico de um vulcão encarcerado na minha agonia sussurro os meus medos, meus temores mas, se for para eu morrer na festa  do meu renascimento e como os selvagens dançar no funeral dos que partirão depois de mim, aí eu soluçarei  na hora exata em que me parirem quando todos sorrirão acompanhando o som dos tambores do congo  (Barra do Jucu) como que premeditando a minha vida.

7 comentários:

  1. VOLTANDO DEPOIS DE UM RETIRO !!!!!!
    E NEM ME CONFUNDO COM O QUE LEIO AQUI ...
    BJSSSSSSSSSSSSSSS

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  2. Belíssimo,Silvio.

    Profundo e doce!Como tudo o que esceves!


    Linda semana!

    Bjs

    Donetzka

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  3. Você sempre me surpreende!Muito bom!Amigo coloquei você numa campanha literária e estou oferecendo-lhe um selo pela sua contribuição com a nossa leitura. O selo está na segunda postagem do meu blog. Esperocom humildade que aceite participar!Um cheiro!

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  4. Profundo e surpreendente!

    Um grande abraço!

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  5. "Estamos nascendo e renascendo todos os dias um pouco. Quando se tem o conhecimento de leituras que inspiram, os sabios mais sensiveis,atrevidos,conseguem expressar seus temores, suas dores, suas duvidas, através da comunhão das palavras, eternizando e entrando para a historia com perfeita maestria.
    Sensibilidade a flor da pele...Abraços a todos de teu lar!

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  6. Ual, muito bom! Adorei seu blog, Silvio. Já estou seguindo... Parabéns! (:

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  7. Hello!!a very beautiful blog!!
    Gretings from Norway!!))xxxx

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