quinta-feira, 7 de junho de 2012

É MELHOR A CAUSA OU O EFEITO?

           A reação causada pelo ato sexual é e sempre será motivo de discussão. Os homens ejaculam como prova de ter gozado e as mulheres entram em convulsão.  Tem pessoas que garantem que a mulher pode fingir que goza enquanto o homem, nem sempre.  Eu digo nem sempre porque eu já fingi.   Os estudiosos devem estar atrasados com as provas do conhecimento adquirido ou o caso foi deixado de lado e nada mais dessas reações se ficou sabendo.  Existe momento que o homem se completa de tal forma nas carícias  que  é capaz de gozar sem ejacular e aí os seus orgasmos podem se tornar múltiplos, como os dela. Quando a mulher goza relaxa. Fica com a pele melhor e também melhora o humor. Ela passa a acreditar mais em si, nas pessoas e na vida. Eu diria que elas viram flor.  Quanto ao homem, bem,  neste caso eu nem deveria comentar, já que ele, como eu, se sente poderoso,  semideus.   A mulher, não necessariamente quando arranha, morde, grita ou chora, é sinal de que o orgasmo está chegando. Nem sempre isso é tão verdade como o prazer que ela sentiu. Uma relação sem pressa e sem medo entre um casal sadio  dá sim a mulher o direito de encerrar aquele momento até fingindo que gozou. Haja vista que o gozo da mulher faz melhor efeito no homem que nela, propriamente dito. Quando o homem leva a mulher ao orgasmo, dificilmente ela tocou  sozinha aquele sino. Sempre tem a parceria de alguém carinhoso e inteligente que a toma pela mão para levá-la através de lindos parques e belos jardins até que o botão do orgasmo se abra em flor.   
       Alguns orgasmos divididos entre um casal é a prova da sintonia fina. Do tiro na testa ou da flecha no alvo; é bingo!  De toda forma é necessário continuar os estudos sobre a matéria, mas sem esquecer a prática, e de preferência gritar às sete curvas do mundo os resultados conquistados e não calar como temos feito. Gozar ou não gozar não é a questão, mas o prazer adquirido há de se convir que não tem preço.