quarta-feira, 27 de junho de 2012

BAR DO ESCRITOR.


Desde o ano passado o meu estado é de graça. Consegui com um simples e humilde texto a possibilidade de postar num espaço que tem a  premissa de reunir as melhores famílias e os amigos não menos importantes. Uma leva se fez presente ao passo que a outra chora   o engarrafamento monstro das impossibilidades. 
- Amigos, vocês não pensem que eu me permiti longe de vocês por frívolos motivo. Pelo contrário. Em tempo algum eu os vi mais próximos, principalmente quando senti os beijos, percebi os aplausos, os abraços, e por fim as críticas na postagem do referido texto. Com vocês eu levantei meu cálice e brindei com vinho tinto o sucesso, não importando se passageiro ou não, daquela dia.   Comemorei o êxito da proposta,  o beijo amigo que Jesus, de Judas, não recebeu. Foram, portanto, alguns momentos de gala, de festa e de alegria.  Eu era feliz e sabia.  Eu era querido e disso  tinha, como tenho, certeza, já que  sou grande no coração dos amigos que mentirosos me chamam de sangue bom.  De leal e verdadeiro, e o pior  é que eu sou e me orgulho disso.
Obrigado gente. Obrigado amigos.