sábado, 13 de fevereiro de 2010

COISA DE DOIDO...

Quando a minha maluquice me roubar a beleza do amanhecer eu quero, como sempre, despertar nas madrugadas aninhado nos seus braços.
Enlouquecida talvez seja a felicidade que eu sinto na presença doce de sua companhia.
O milagre do seu sorriso cria o incrível entendimento das manhãs, das tardes e do anoitecer na confusão dos meus pensamentos. E, quando a lágrima foge ao meu controle, e nas estações frias eu fico nu, assim como cubro e escondo o corpo nas mais altas temperaturas você não se furta aos cuidados e quebra com o seu sorriso o silêncio do meu vazio. Sinto o manto verde-mar do seu olhar por sobre mim e a claridade desta luz me abre as portas da alma. De paz ela varre todos os meus medos, embala o siso, o meu juízo e nos seus braços acabo adormecendo,
outra vez.
silvioafonso

2 comentários:

  1. Silvio. Que vinho delicioso as letras que acabo de ler, bem precisamente, mergulhar, no fundo, profundo e distante. Escrito em forma de música. É dançar valsa. Esconder-se e pernoitar no afago que fazem encontrar, o amor em silêncio que grita em obsessão, a forma de escutar, eles são teus também. O som do piano faz-se sentir. Escutas? Sim! A lua te acompanha esta noite. O céu empoeirado de estrelas que grudam em seus dedos, na noite aquecida e a janela está totalmente aberta, porque corre sua gazela pelas palavras que anunciam: Extra-extra... beijos!
    Obrigada por suas gentis palavras em meu espaço, foi um porto que me fez aprender ainda mais a importãncia do se ler em silêncio para se dá sentido na vida.

    Paz,
    Priscila Cáliga

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  2. Que ótimas palavras!
    Isso não é coisa de doido não rs.
    Lindo, lindo, lindo!
    Parabéns!

    Abraços.

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