segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

AQUI, NÃO JAZ.

Não adianta o tempo passar, a vida explicar ou a felicidade tomar conta de mim se ela me abandonou quando você da gente se cansou. Seriam verdadeiros os seus abraços quando com flores eu ria mais que devia e a você entregava ao dizer que o amo? Não sei, talvez, só que não. Você, meu tio, foi um dos meus amores. Você recebeu como sua a família que assumi e deu a ela o mesmo tratamento que era meu. Você brincava nos momentos da seriedade, das dores e das verdades, mas em tempo nenhum deixou de ser meu amigo. -Descanse em paz, meu amigo, mas não sem que eu lhe diga que covarde e mentiroso foi você quando dizia que tudo estava bem e que nada tirava a sua alegria para em seguida, sem dizer, adeus, bater asas e ir embora.
Descanse, como eu disse, em paz e até breve. Não muuuito breve, mas até.

3 comentários:

  1. Nossa, que linda homenagem!
    Que ele descanse em paz.

    Realmente é preciso fazer as coisas sem pressas. Hoje é dia é tudo muito corrido, ninguém troca palavras, mal olhamos nos olhos.
    Quando perguntamos se a pessoa está bem, uns nem sabem qual foi a resposta, pq tem pessoas que só perguntam por educação, mas não liga para ouvir.
    Uns não se preocupam em valorizar quem está perto. Valorizar o tempo que nunca voltará.
    Muitos não valorizam a vida e isso lamentavelmente é triste e trágico demais.

    Não basta existis, é preciso viver.

    Belas palavras.
    Um grande abraço.

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  2. Eu, Marcelo:

    Acredito num remédio que é o amor aos homens aqui na Terra.
    Existe uma faísca do Criador dentro de cada ser vivo, e aprendendo
    a reconhecer essa faísca divina nos aproximamos da luz.
    Para se aproximar de Deus não adianta meditar em algum lugar remoto.
    Estar mais próximo e ter amor pelas pessoas é o que nos eleva.

    Meu amigo fique tranquilo, Tio Mário deixou aqui a formula deste remédio
    e brindemos a sua ausência.

    Beijo a todos, que por mim perguntar.

    Araruma, é o local.
    Fevereiro, é o símbolo carnal.
    2010, ano histórico - Tio Mário

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  3. bela-yohana@hotmail.com4 de novembro de 2012 12:35

    O TEMPO É COMO UMA MOEDA.CABE A NÓS SABERMOS COMO GASTA-LO.MÁS MESMO QUANDO TENTAMOS FAZERMOS O NOSSO MELHOR,O TEMPO,É COMO AREIA...ESCORREGA POR ENTRE NOSSOS DEDOS,POR MAIS QUE TENTAMOS MANTE-LA.SÓ UMA COISA ME ASUSTA O TEMPO E A MORTE.O TEMPO,POR NOS LEVAR,A FORÇA E CORAGEM DE RECOMEÇAR.A MORTE,A QUEM AMAMOS,E TALVEZ A NOS MESMOS,TENDO ASSIM,GASTO NOSSA MOEDDA DA VIDA.QUERIA EU POETA VIVER,TODOS OS DESEJOS PULSANTES DE MEU CORAÇÃO...E PODER REALIZA-LOS!BEIJOS E PARABÉNS!

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