sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

CHEIRO DE AMOR...

Seduz como seduz a cruz, o alho, o olhar diferente da serpente que cobiça, atrai e mata.
Mata a fome o desejo. Mata a vergonha ou morre de sede dentro d’água, sobre o leito, do rio, do cio.
Perde a vaidade, estimula a fome, morde doído o peito desse homem que mata a sua sede para não ver agonizar a dor da carne machucada no pontal do seu arpoador.
Apagam-se as luzes, um grito entre dentes é ouvido no silêncio da cidade.
Ele parte no surgir do dia. Sob um véu, jaz a moça, virgem de tristeza destemida, preconceito, própria vida.

silvioafonso.

3 comentários:

  1. Noooooooooossa!
    você me deixou sem ar com o seu comentário!
    Obrigada pelas lindas palavras e sem dívida pelo grande reforço!

    um beeijo carinhoso

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  2. Realmente Silvio... tuas palavras aplico á paisagem do Rio... seduz... o lugar lindo!!!!

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  3. Atenta,,,voltarei depois do Natal(Que lhe desejo pleno, de todas estas coisas bonitas, que te emocionam)pra te ler com mais atenção...Por ora, me perco no caos das festas de final de ano...
    Abraço

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