terça-feira, 20 de outubro de 2009

DOS ASTROS, UMA ESTRELA NOVA.

É na espiral, entre o sol e a lua, que eu fico zonzo e perco o rumo. São nestas curvas que eu te vejo tonta, de rota torta, sem setas, sem metas.
Busco distante o luar de que tanto falas para saber do teu limite, se ele existe.
Rola rala a brisa que te move e por ti se torna remo fácil no manejo do teu barco.
Barco que remonta universo abaixo pelas corredeiras tortuosas, pedregosas, entre as estrelas, ópio em minhas veias.
Vento brando, brisa rala que espalha a branca nuvem, alcalóide cristalino que nasalo corpo adentro, alma afora.
Esperneies, esbravejes, mas não te gabes se para aspirar o que te adormece, tiveste de apertar os astros entre planetas e satélites.

silvioafonso

4 comentários:

  1. Hummmmmmmm...
    Você escreve com profundidade, domina as técnicas da escrita.

    Admiro-o por tudo isso.

    Volte a estar entre nós.
    Não passe a compreender de forma negativas as "rabugices" de outros, (rsrs) não são exclusivas para você, fazem parte da personalidade deles.

    O bom é isso: os meigos, os grossos, os romanticos, os incrédulos, os loucos...todos juntos. rs

    Xerooooooooo
    INHA
    :)

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  2. Aprecio o que escreves, diz o que quer dizer, de modo suave mas muito profundo.
    Um abraço, ótima semana

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  3. Adorei a foto, um momento muito especial e delicado, retratado de um ângulo muito bacana. Senti saudades do meu tempo de menina!

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