sexta-feira, 18 de setembro de 2009

EU, ELE E A SUA SORTE...

Ele sentia, com o acelerar do seu coração, que era chegada a hora. Ele entendia que a felicidade não seria pesada para os seus, já curvados, ombros, desacostumados do amor, mas ao abri a janela do seu quarto, certa feita, viu que fugia da sua vida a felicidade que lhe honrou por pouco tempo, mas o tempo suficiente para faze-lo eternamente feliz.
Tudo começou com o fogo da paixão que lhe queimava todo o corpo.
Foi poeta, vagabundo, cavalheiro e cafajeste. Deu na cara do orgasmo da mulher que ele mais amou e recebeu na própria alma o troco do seu atrevimento. Depois partiu por caminhos desconhecidos e não sabidos, mas não sem antes deixar com ela, num último beijo, mesmo que chorado, o homem feliz que ele foi um dia, para levar consigo o que de si sobrou da guerra que participou, mas que perdeu.
silvioafonso

3 comentários:

  1. Exite uma música q diz> Os bons vão embora mais cedo...
    Bjos, Isabela.

    ixs.nafoto.net

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  2. Não interessa muito se perdeu a guerra...
    Mas, que ao participar da mesma: viveu, sorriu, sofreu, amou, caiu, levantou, compartilhou.

    NÃO SE ACORVARDOU.

    Se bem que, aceitar isso é tão dificil para alguns (eu por exemplo)

    Vc anda sumido.
    Adoro qd me visita.

    Xeroooooooooo...Inha

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  3. Visitando... e a gente vai lendo e vai ficando... muito bom estar aqui novamente. Gosto do que escreve!
    Bj!

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