segunda-feira, 15 de setembro de 2008

DIA 10 DE SETEMBRO. VOLTANDO PRA CASA

Foi difícil descer a serra, mais difícil foi segurar o carro nas curvas do precipício. Barrancos que atraiam a cada instante em que acelerava mais do que podia, Ele, teimoso, não atendia a voz que parecia lhe dizer; "deixe fluir o destino, esqueça o carro e cuide de sua alma, porque o corpo já sofre o que não suporta. Além disso, somente a morte para o seu, confortável, descanso..."
silvioafonso





4 comentários:

  1. carregou nas tintas, hein poeta?.Suaviza, caro. Você mesmo já disse que não procura o que não perdeu. Ponto.

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  2. Cris,
    ...ponto e vírgula. Quem procura o que não perdeu, quando acha não reconhece.
    Valeu a inserção.

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  3. Se não teimarmos com esta voz, como saber o que estaríamos perdendo logo na curva seguinte?
    Vozes às vezes certeiras, às vezes péssimas conselheiras.
    Abraços!

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  4. ...bia pontes.

    Você gostaria, acredito que como todos nós, de voltar depois de ter chegado onde chegou. Talvez quisesse corrigir algumas falhas, se é que as cometeu ou melhorar o absoluto, não sei. Eu, como todos os normais, também queria o milagre do renascimento, não para melhorar, mas para errar de novo, como na primeira vez.

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