quinta-feira, 16 de agosto de 2007

PÉGASO.


Vou sustentar amarrado nesse tronco o meu coração
alado.
Que se abram as porteiras do infinito, que a relva se
faça viçosa e que o céu esteja limpo e azul.
Eu juro que não deixarei galopar por este prado que não
é meu, esse coração cujo amor voou sem que eu o
conhecesse, mas dói, sem que o tenha conhecido.
silvioafonso

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