quinta-feira, 9 de agosto de 2007

SONHANDO NO CATIVEIRO.



Quando o tempo derrubar todas as barreira as palavras
serão ditas deforma direta, sem medo.Os nossos beijos
serão mais quentes, estonteantes e os nossos corpos
gritarão na química, na física e na geografia. Nesse instante
uma lágrima fujona surgirá por uma fresta como um tiro
de partida ou a meta de chegada. Um correrá para o outro,
cairá o pano e os aplausos os despertarão dos sonhos em
que só os palhaços se atrevem. Só então a sentirei minha e
eu, com certeza, absolutamente seu.

silvioafonso

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