sexta-feira, 29 de junho de 2007

PERDÃO DE DEUS.

Quantos apaixonados viajaram em
minhas palavras eu nem sei.
Quantas pessoas sentiram o sal de minhas lágrimas através

do que eu escrevia em um canto qualquer? Já nem me lembro.
O branco destas páginas é para mim um muro onde a arte do

meu grafite é mostrada, onde o meu pranto é chorado e onde
por pessoas que não me entendem sou execrado e o meu
trabalho, com pichação é confundido.
Senhor, perdoe aqueles que não entendem os passarinhos, que

não sabem o cascatear da fonte e o nascer de um novo dia.
Perdoe a chuva que não cessa e a mim, como um bobo, que sou.

silvioafonso

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