terça-feira, 26 de junho de 2007

A minha divagação não tem tamanho.
É igual, é menor ou quem sabe, imensa.
Amo alucinadamente uma mulher sem cara.
Não tem vícios nem qualidades, não me quer bem, mal

também não quer.
Não sabe do meu amor e muito menos de mim.
Amo de ir às lágrimas.

Ah, velho coração!
Quem sabe de ti não sou mais eu, é alguém que eu não

conheço, ainda.

silvioafonso

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