sábado, 23 de junho de 2007

CARA DE CACHORRO.

Faz tempo que não olho sobre o muro o quintal aonde
eu passei momentos inesquecíveis de minha vida.
Quando você brigava eu debruçava ali e com cara

de cachorro que não comeu, ainda, eu, depois, atendia ao
seu convite e voltava ao lugar aonde eu era tão feliz.
Hoje, depois que o meu amor próprio, suspendeu o muro

que separa a minha vida de minha sorte eu me pego
sentado e sem pressa, olhando para cima esquecido de
mim do outro lado aqui em baixo.

silvioafonso

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